Dia Nacional do Surdo inspira reflexões sobre inclusão, saúde e qualidade de vida


Em celebração ao Dia Nacional do Surdo (26 de setembro), o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) participou de uma programação especial voltada à inclusão, à valorização da diversidade e à promoção do bem-estar da comunidade surda.

Realizadas em parceria com a Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe), o Sindicato dos Servidores de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública (Asfoc-SN), o Projeto Empregabilidade Social da Pessoa Surda e o Instituto de Professores Públicos e Particulares (IPPP), nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, as atividades visaram propor momentos de reflexão, troca de experiências e cuidado, reforçando a importância da acessibilidade e da construção de ambientes cada vez mais inclusivos.

O primeiro encontro, intitulado “Além da Libras: desafios para uma gestão inclusiva”, promoveu debates sobre inclusão de pessoas surdas no ambiente de trabalho, visibilidade e práticas institucionais capazes de fortalecer a participação e a valorização desses profissionais. A iniciativa buscou ampliar a reflexão sobre os desafios que vão além da comunicação, destacando a importância de uma cultura organizacional baseada no respeito às diferenças e na garantia de direitos.

Trabalhadores reunidos no Anfiteatro A do Centro de Estudos (Foto: Bruno Guimarães)

Já no segundo dia, a programação teve como tema “Cuidar também é incluir”, com uma tarde dedicada ao bem-estar, ao autocuidado e à valorização dos trabalhadores surdos por meio das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). As atividades proporcionaram experiências voltadas ao cuidado integral, considerando que a promoção da saúde precisa ser acessível a todas as pessoas.

Realização das PICS no Anfiteatro B do Centro de Estudos (Foto: Bruno Guimarães)

A iniciativa reforça o compromisso institucional com a inclusão. Ao integrar saúde, acessibilidade e acolhimento, a programação evidenciou que o cuidado só é efetivo quando contempla as diferentes necessidades da comunidade, contribuindo para a qualidade de vida, o bem-estar emocional e a participação plena de todos nos espaços de convivência e trabalho.