No dia 26 de julho, a Coordenadora do Serviço Social do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Roseli Rocha, recebeu uma Moção de Aplausos e Louvor pelo Dia Internacional da Mulher. A Moção, que é de que é de autoria da vereadora Benny Briolly, foi concedida pela Câmara Municipal de Niterói, durante a cerimônia alusiva ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, celebrado no dia 25 de julho.
Segundo Roseli Rocha, a homenagem representa uma oportunidade de evidenciar e discutir as desigualdades que incidem mais fortemente sobre as mulheres negras e a suas lutas, especialmente no contexto atual da pandemia da Covid-19. “Foi uma honra receber essa Moção em “femenagem” ao Dia Internacional da Mulher, que é comemorado em março. Mas que devido a outras circunstâncias, só pôde ser entregue agora, justamente no mês tão emblemático para nós mulheres negras, que celebramos o dia 25 de julho como o nosso dia. Sabemos que são as populações negras e indígenas as que mais sentem os impactos desses tempos de crises sanitária, política e econômica. São as que mais sofrem com o aumento exponencial das desigualdades e da violência. Por isso, a luta por justiça social é uma luta permanente. E precisamos seguir juntas, em busca de uma sociedade mais justa, antirracista, antiheterossexista e pelo ‘Bem Viver’. Parafraseando a escritora Carolina Maria de Jesus: “Nós vamos mudar o mundo porque não gostamos do mundo como ele é”, enfatizou.
O Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha foi instituído em 1992, no 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana. A data surgiu para dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo. No Brasil, desde 2014, comemora-se em 25 de julho o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, em homenagem à líder quilombola que ajudou comunidades negras e indígenas na resistência à escravidão no século XVIII. A data busca fortalecer e dar visibilidade às lutas e organizações das mulheres negras em defesa de direitos e por uma sociedade livre de preconceitos, discriminações e de todas as formas de opressão.
Segundo Roseli Rocha, a homenagem representa uma oportunidade de evidenciar e discutir as desigualdades que incidem mais fortemente sobre as mulheres negras e a suas lutas, especialmente no contexto atual da pandemia da Covid-19. “Foi uma honra receber essa Moção em “femenagem” ao Dia Internacional da Mulher, que é comemorado em março. Mas que devido a outras circunstâncias, só pôde ser entregue agora, justamente no mês tão emblemático para nós mulheres negras, que celebramos o dia 25 de julho como o nosso dia. Sabemos que são as populações negras e indígenas as que mais sentem os impactos desses tempos de crises sanitária, política e econômica. São as que mais sofrem com o aumento exponencial das desigualdades e da violência. Por isso, a luta por justiça social é uma luta permanente. E precisamos seguir juntas, em busca de uma sociedade mais justa, antirracista, antiheterossexista e pelo ‘Bem Viver’. Parafraseando a escritora Carolina Maria de Jesus: “Nós vamos mudar o mundo porque não gostamos do mundo como ele é”, enfatizou.
O Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha foi instituído em 1992, no 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana. A data surgiu para dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo. No Brasil, desde 2014, comemora-se em 25 de julho o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, em homenagem à líder quilombola que ajudou comunidades negras e indígenas na resistência à escravidão no século XVIII. A data busca fortalecer e dar visibilidade às lutas e organizações das mulheres negras em defesa de direitos e por uma sociedade livre de preconceitos, discriminações e de todas as formas de opressão.



