IFF/Fiocruz participa do V Seminário de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, no Ceará

 

O Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) participa do V Seminário de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, de 15 a 18 de julho, no Ceará. O Seminário representa um momento de reflexão crítica sobre a trajetória institucional da Fiocruz, além de possibilitar a identificação de diretrizes e estratégias para enfrentar os desafios futuros nas áreas de saúde e ambiente, com foco nos territórios e no reconhecimento das contribuições dos movimentos sociais.

O evento foi concebido para fortalecer o pertencimento da agenda de saúde e ambiente no conjunto da institucionalidade da Fiocruz, reunindo representantes de todas as unidades técnico-científicas, escritórios regionais e câmaras técnicas da presidência (gestão, educação, comunicação e pesquisa). O objetivo é criar um ambiente favorável à capilarização dessa agenda e à sua articulação horizontal com iniciativas diversas, que estabelecem canais de diálogo mútuo e plural no campo da Saúde e Ambiente.

Assim, o Seminário propõe-se a ser um espaço horizontal, interseccional, intersetorial e interepistêmico de escuta, análise e construção coletiva. A proposta é refletir sobre como a Fiocruz, em parceria com instituições e territórios, pode enfrentar a crise ecológica e climática com base em suas ofertas institucionais e em diálogo com os desafios da sociedade e do planeta.

Além da comunidade Fiocruz engajada com o tema, participam órgãos governamentais, representantes da saúde coletiva, da sociedade civil e de movimentos sociais com os quais já existem vínculos estabelecidos, como a Organização Panamericana da Saúde (OPAS/ WHO), o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Federação Internacional das Associações de Saúde Pública e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

"Tivemos a oportunidade de oferecer contribuições às populações mais vulnerabilizadas de que cuidamos — como crianças com condições crônicas e complexas, pessoas com deficiência e seus cuidadores —, que são muito vitimadas em desastres ambientais decorrentes das mudanças climáticas. Propusemos o mapeamento dessas pessoas nos territórios e a criação de uma estratégia de retirada prévia em situações de catástrofe, entre outras ações. Foi um espaço muito rico de troca entre movimentos organizados, pesquisadores, professores e gestores, voltado à construção coletiva de soluções. 'Nada sobre nós, sem nós.'", destaca o diretor do IFF/Fiocruz, Antônio Meirelles.

Antônio Meirelles e a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher (PPGSCM) do IFF/Fiocruz, Adriana Castro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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