Participantes de Curso de Brigadistas Civis recebem certificado em evento de apresentação do Plano de Contingência do IFF/Fiocruz

O encerramento do Curso de Brigadistas Civis do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) ocorreu no dia 18/9, reunindo a área de biossegurança da instituição, a gestão da brigada de contingência da Cogic/Fiocruz e colaboradores da unidade que participaram do curso. A entrega de certificados aos novos brigadistas voluntários foi feita no Anfiteatro A do Centro de Estudos Olinto de Oliveira (CEOO), após a apresentação preliminar do Plano de Contingência do IFF/Fiocruz, que objetiva estabelecer diretrizes para a prevenção, detecção precoce, supressão e combate a incidentes e a saída segura de trabalhadores e visitantes das instalações do Instituto.


O analista Thiago de Lima (quarto, da esq. para dir.) é um dos novos integrantes
da Brigada Voluntária de Incêndio (BVI) do IFF/Fiocruz

Representando a Direção do IFF/Fiocruz, que tem a segurança como uma de suas maiores prioridades, o coordenador de Atenção à Saúde, Antonio Albernaz reafirmou a importância de uma cultura de vigilância constante contra incêndios. “O treinamento de brigadistas voluntários é fundamental para o sucesso dessa iniciativa. Desde 2009 se começa a pensar de uma forma diferente, quando a Fiocruz contrata a primeira equipe de brigadistas”. Albernaz comentou sobre o alívio que as ações em curso e as preocupações de profissionais que estão com elas diretamente envolvidos, como Pedro Luiz da Costa, responsável pela Unidade de Produção de Serviços Gerais, Rubens Barrozo, presidente da Comissão Interna de Biossegurança, e a equipe de brigadistas coordenada por Ednilson Humelino, gestor da brigada de contingência da Cogic/Fiocruz, trazem. “Precisamos contornar os desafios que a arquitetura do prédio do Instituto nos impõe. A Direção quer chegar aos treinamentos simulados para evacuação do prédio e atendimento a múltiplas vítimas”, detalhou.



Antonio Albernaz, coordenador de Atenção à Saúde do IFF/Fiocruz

Ednilson Humelino, gestor da brigada de contingência vinculada ao Departamento de Vigilância e Segurança Patrimonial (DVSP) da Cogic/Fiocruz, também gerencia as brigadas de contingência das unidades externas ao campus de Manguinhos, no Rio de Janeiro, incluindo a do IFF/Fiocruz. Em sua rotina, ele leva para as unidades atividades de prevenção e combate ao incêndio. “O IFF/Fiocruz possui bombeiros civis fixos, mas a legislação também exige a formação da Brigada Voluntária de Incêndio (BVI), um grupo de trabalhadores treinados com carga horária de 12 horas para atuar na prevenção e combate ao incêndio e no plano de evacuação de área”. Humelino esclareceu que um Plano de Emergência e Pânico deve ser complementado pelo Plano de Evacuação, cuja meta é treinar toda a população e realizar um simulado para que se possa desocupar a edificação com segurança.


Ednilson Humelino, gestor da brigada de contingência da Cogic/Fiocruz

Presidente da Comissão Interna de Biossegurança do IFF/Fiocruz, Rubens Barrozo explicou que o seu intuito é aproximar as pessoas do Plano de Ação de Emergência para Incêndio do Instituto, que segue parâmetros estabelecidos pela gestão da brigada de contingência de Manguinhos. Em meio a gráficos e mapas com fluxos de atendimento e rotas de fuga, ele discursou sobre a melhor maneira de como retirar pessoas tranquilamente da edificação da unidade, um trabalho que demandaria a assistência de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, do pessoal da nutrição, da engenharia ao da farmácia. “Nós precisamos de mais brigadistas voluntários. Com este evento de hoje, estamos convidando a comunidade a se envolver nos treinamentos futuros. Para que o plano aconteça, ou para que a gente esteja preparado para uma casualidade, nós contamos com a participação de todos. Chegar à primeira turma de brigadistas voluntários foi um dos passos na construção desse plano, de uma ação que é constante”, insistiu Barrozo na necessidade de mudança de filosofia em relação à questão do incêndio.


Rubens Barrozo, presidente da Comissão Interna de Biossegurança do IFF/Fiocruz

Bruno de Castro, assistente técnico em saúde pública, foi um dos participantes do Curso de Brigadistas Civis do IFF/Fiocruz. Para ele, o curso deve ser mantido com regularidade. “Quanto mais pessoas tiverem conhecimento de prevenção e combate a incêndios, mais seguros todos estarão. Aprendemos sobre prevenção, tipos de incêndio, combate, uso de extintores, primeiros socorros. Tivemos uma ótima noção sobre como atuar preventivamente e emergencialmente em casos de incêndio e pânico”. Castro considera que o curso permite que os brigadistas voluntários formados adquiram uma visão mais crítica das instalações da instituição e saibam onde se encontram os maiores focos de risco ou perigo. “Isso ajuda a prevenir parte das ocorrências. Os brigadistas voluntários - combatentes, socorristas e orientadores - estão preparados para lidar com possíveis ocorrências, seja no combate direto ao foco de incêndio, no socorro a possíveis vítimas, ou minimizando o pânico nas pessoas e organizando a evacuação do prédio”, ponderou.



O assistente técnico Bruno de Castro recebe certificado das mãos do
coordenador de Atenção à Saúde do IFF/Fiocruz, Antonio Albernaz

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